terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Projeto Mucky realiza campanha de financiamento coletivo



O Projeto Mucky criou uma campanha no Kickante para arrecadar verba para a compra de um novo carro utilitário, que será usado no trabalho diário da ONG que cuida de 220 primatas em Itu.

Para proporcionar tratamento adequado e recuperação aos animais resgatados, são necessárias várias ações que dependem do deslocamento da equipe para diversas regiões e cidades do país. No início de setembro, o único carro da instituição foi apreendido por falta de condições de uso, prejudicando desta forma a continuação do trabalho desenvolvido.

A campanha no Kickante visa obter recursos financeiros suficientes para aquisição de um carro utilitário 0 km, instrumento de trabalho essencial para o prosseguimento dos trabalhos e necessidades operacionais diárias, de maneira a garantir a manutenção da fauna silvestre brasileira, especificamente, destes macacos mantidos de forma permanente no Projeto Mucky.

Participar é muito fácil! Entre no site do Kickante e saiba mais

Fonte: Itu

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Cães e gatos também precisam de proteção solar



Animais podem sofrer queimaduras e cânceres de pele; sol e passeios na hora certa são cuidados indispensáveis 

Todos os bichos podem tomar sol diariamente para ativar a vitamina D – responsável por auxiliar na absorção de cálcio no organismo. Porém, não só a nossa pele, mas a de nossos animais, precisa de proteção contra os perigos do sol em excesso. Gatos albinos com poucos ou nenhum pelo, por exemplo, não tem uma pele pigmentada e podem sofrer queimaduras e terem problemas dermatológicos graves.

Como solução, o protetor solar para pets é a melhor alternativa para evitar até cânceres de pele. Mesmo em animais peludos, a proteção é necessária em todo o corpo, incluindo a cabeça, as pontas das orelhas e os focinhos.

Caso você notar algum tipo de dermatite, converse com um veterinário o mais rápido possível. Quanto antes os sinais forem detectados, melhor, pois serão maiores as chances de recuperação e menos dores no tratamento. Feridas, áreas do corpo com vermelhidão, úlceras e sangramentos fazem parte dos sintomas.

O protetor solar traz em sua fórmula elementos químicos que evitam alergias e coceiras. Há também os manipulados, especiais para cada tipo de caso e prescritos por veterinários especialistas.

Procure passear com o seu bicho de estimação antes das 11h e após às 15h, período em que o sol não está tão forte. Gatos malhados, na parte branca, também devem passar protetor. Normalmente, cães das raças Boxer, Dálmatas, Wippets, Stattfordshire Terrier Americanos e os Bull Terriers de cor branca possuem uma tendência maior para desenvolver problemas de pele.

Como usar?

O protetor deve ser utilizado todas as vezes que o animal estiver exposto ao sol. O modo de usar é basicamente o mesmo visto em seres humanos. Após espalhar bem o creme pelo corpo, é necessário esperar 30 minutos antes de o animal sair. Reaplique o produto a cada duas horas.

Protetores líquidos costumam ter uma absorção mais rápida. Para evitar que os pets lambam o produto, alguns laboratórios utilizam na fórmula uma substância amarga e atóxica, com um sabor nada agradável.

Opte pelos à prova d’ água e escolha o fator correto de proteção. Os de FPS 15 são bons, mas o ideal é optar por fatores a partir de 30 – para uma proteção mais segura.

Antes de comprar o produto, marque uma consulta com o veterinário para saber se o seu pet poderá usá-lo e para tirar as suas dúvidas sobre diferentes protetores vendidos em pet shops

 PETMAG

Desidratação: aprenda a reconhecer e saiba o que fazer



Infecções por vermes e viroses podem levar à diarreia, uma das principais causas da desidratação; conheça os cuidados para evitar o problema.

A desidratação pode gerar sequelas graves na saúde dos animais e requer atenção e cuidados específicos. Tanto nos cachorros como nos gatos, os sintomas e as causas podem ser bastante parecidos e devem ser tratados de maneira rápida.

Muitos donos podem achar que a administração de líquidos irá resolver o problema. Porém, a ideia não está certa. Já a fluidoterapia, que trata a desidratação em seres humanos, com a administração de soro de forma intravenosa, subcutânea ou intraóssea, pode ser efetiva. Isso dependendo do estado de saúde do pet. Para isso, a visita a um médico veterinário é fundamental.

Além disso, febre, exposição prolongada e excessiva ao sol e a falta de ingestão de líquidos também podem ocasionar quadros de desidratação. Vale ressaltar que é pelo vômito e pela diarreia que o surgimento do problema pode se desenvolver.

Por isso, se o animal estiver vomitando constantemente, pode ficar fraco e apático, causando a desidratação. Outras razões como a gastrite e infecções alimentares também podem fazer com que o pet vomite. Assim como a busca por um profissional para realizar o diagnóstico e tratar da doença a qual esse tipo de sintoma está associado, os veterinários devem cuidar de possíveis quadros de desidratação.

A diarreia pode surgir devido a infecções bacterianas, por vermes, viroses, consumo de alimentos estragados ou inapropriados e por problemas psicológicos e de estresse, fazendo com que o animal perca uma grande quantidade de líquidos por meio das fezes. Doenças renais e diabetes são outros fatores para um provável desenvolvimento da desidratação.

Procure observar se o seu bicho de estimação está com as gengivas e a língua seca, assim como olhos secos ou saltados, falta de ânimo, emagrecimento, diminuição ou perda de apetite, problemas de respiração, batimentos cardíacos rápidos e falta de elasticidade na pele e de umidade nas cavidades orais e oculares.

Se o proprietário pressionar a gengiva do animal de maneira delicada, a área ficará com a coloração esbranquiçada. A partir daí, é preciso observar o tempo que ela levará para recuperar sua coloração vermelha. Se isso demorar para acontecer, o grau de desidratação será maior, assim como a necessidade de levá-lo para uma clínica veterinária urgentemente.
Formas de tratamento

Adotada em casos menos complexos e graves, a fluidoterapia via oral é feita pela ingestão de líquidos, de maneira lenta e constante, evitando dificuldades vindas de uma ingestão rápida e exagerada de líquidos.

Há a opção da fluidoterapia intravenosa, feita por meio da aplicação de soro diretamente na corrente sanguínea. No entanto, não é incomum que o tratamento subcutâneo seja adotado no lugar da intravenosa: ele permite uma carga maior de soro administrado de uma única vez, mas que será absorvido gradativamente.

A técnica é muito utilizada quando o profissional sente dificuldade em encontrar as veias do animal para administração do medicamento. Por fim, a fluidoterapia intraóssea, aplicação de soro diretamente nos ossos do pet, também pode ser uma boa escolha de tratamento. Converse com o médico veterinário sobre a necessidade para melhor tratamento do seu pet.

 PETMAG

Dicas para incluir frutas na dieta do seu cão



Maçã sem semente, banana, laranja e goiaba são boas opções para agradar seu amigo e dar um “up” na saúde

Você sabia que é saudável dar algumas frutas para seu cão? As frutas certas na quantidade certa podem trazer benefícios para a dieta do seu melhor amigo.

Mas qual a quantidade ideal para o cachorro? Posso dar qualquer fruta? Eles podem comer com sementes ou preciso cortar em pedaços menores? E a casca, pode? Quantas vezes por semana?

Veja as respostas a seguir:

As maçãs são uma ótima opção para incluir na dieta dos cães. Ricas em probióticos, elas favorecem a função intestinal e contribuem para regular a glicemia dos pets. Devem ser servidas com casca e em pequenos pedaços. Mas atenção: não dê as sementes! Elas liberam ácido cianídrico, que é tóxico aos cães.

A banana é uma fruta rica em potássio e fibras e auxilia o sistema imunológico dos cães, mantendo o organismo saudável como um todo. Dê aos cães em pequenas quantidades e sem casca.

Para manter a imunidade do animal em alta a pera é a fruta mais indicada. Com sais minerais e vitaminas A, B1, B2, C e niacina, a pera é tem grande quantidade de fibras, protegendo o cão de possíveis doenças no intestino e inflamatórias. Deve ser servida em pedaços pequenos e com casca.

A laranja é rica em vitamina C, por exemplo, mas deve ser evitada se o cão tem gastrite. Procure o médico veterinário se tiver dúvidas quanto à saúde do animal. A laranja ajuda na prevenção do envelhecimento precoce e é uma forte aliada na prevenção de câncer. Deve ser servida sem casca e sem semente, mas pode ser dada ao animal com pele e bagaço.

A goiaba, tanto a vermelha quanto a branca, também pode ser consumida pelos cães. Rica em licopeno, que ajuda na proteção contra o câncer, a fruta pode reduzir o risco de o animal sofrer com hipertensão arterial quando estiver mais velho. Ela deve ser servida em pequenas quantidades e sem casca.

Outras frutas como manga, kiwi, caqui e mirtilo também podem ser oferecidas aos cães. Mas, antes de incluir frutas na dieta do animal, leve-o ao médico veterinário para receber uma orientação adequada sobre a quantidade ideal de frutas, quantas vezes por dia ele pode comer e se é recomendável intercalar as frutas com a ração. Para cada raça o médico veterinário indicará uma quantidade diferente, por isso é importante a orientação profissional, favorecendo a saúde do animal e ajudando a prevenir doenças.

PETMAG

Por que cães têm diabetes?

Fatores genéticos e cães de pequeno porte estão em um grupo de maior risco 

O Diabetes Mellitus infelizmente é uma doença comum em cães adultos e idosos. Caracterizada pela alta concentração de glicose no sangue e na urina, a diabetes aparece em cães adultos entre sete e nove anos. Infelizmente é uma das desordens hormonais mais comuns em cães. A doença acomete machos, mas a ocorrência em fêmeas é duas vezes maior.

A diabetes pode ser um fator genético. Nestes casos, os cães nascem com a propensão à doença e devido à má alimentação, por exemplo, apresentam os primeiros sintomas e consequentemente é diagnosticado a diabetes. Outra possível causa para a doença são os animais imunomediados, o sistema imunológico do animal trabalha contra o pâncreas sempre que ele tenta produzir insulina.

Parecido com humanos, um dos primeiros sintomas apresentados pelos cães que tem diabetes é o aumento da sede e a quantidade de vezes que eles urinam por dia. Pode ocorrer também o aumento de apetite, mas consequentemente os animais começam a perder peso, no entanto, existem casos de cães que se tornam obesos. Seguido do aparecimento da doença, alguns cães podem ficar cegos devido a catarata e também podem ser diagnosticadas infecções, desordens do sistema nervoso e doenças renais.

O primeiro passo para ajudar no diagnóstico da doença é observar o comportamento do animal e baseado em mudanças comportamentais levá-lo ao veterinário. Através de exames de sangue e de urina é possível checar a glicose do animal e se positivo, conversar com o veterinário para entender como será a vida do animal daquele momento em diante.

A combinação perfeita para o tratamento de diabetes em cães é através de exercícios físicos regulares, dieta controlada e a aplicação de insulina. Mas, antes de receber as orientações médicas do veterinário, é importante contar como é a rotina do cão, se ele faz caminhadas diárias, quantas vezes ele come por dia e o comportamento dentro de casa. São estas informações que vão ajudar no receituário adequado e no controle da doença.

No início, serão necessárias algumas visitas regulares ao veterinário que irá ensinar ao dono como controlar a doença e quais os procedimentos necessários nestes primeiros meses. O veterinário também ensinará ao dono como aplicar as injeções de insulina, que se forem feitas da maneira correta, garantirão uma vida de muita qualidade para o cão.

Infelizmente não existem ainda métodos que possam prevenir a diabetes em cães, mas após diagnosticada é importante manter o peso ideal do cão e introduzir exercícios físicos na rotina do animal. Observar o que o animal come e bebe e também o volume urinário são um ponto importante para o controle sobre a doença. O acompanhamento médico é indispensável e sempre que tiver dúvidas procure o veterinário para orientar como deve ser tratado o animal e quais são os procedimentos para cada tipo de sintoma ou doença.

Seu cão dorme bem?



Durante o sono, os cães repõem energias, constroem ossos e músculos e se recuperam de doenças 

Para descansar o corpo e a mente, os cães também precisam de horas de sono bem tranquilas. Os cães chegam a dormir aproximadamente 14 horas por dia, se somados os cochilos e o tempo que dormem profundamente. Cães filhotes, por exemplo, dormem menos e acordam mais agitados, já os cães adultos e idosos dormem mais, contudo eles acordam facilmente com qualquer barulho ou movimento.

Como nós, os cães também sonham, sendo normal eles se mexerem, latirem e, às vezes, fazerem movimentos involuntários como se estivessem correndo.

Dividido em três estágios, o sono dos cães é bem parecido com o nosso e é classificado em:

NREM (non-rapid eye movement: em português, movimento não-rápido dos olhos) – Nesta fase não há movimento rápido dos olhos, o sistema imunológico dos cães se regenera e os filhotes constroem ossos e músculos.

REM (rapid eye movement: em português, movimento rápido dos olhos) – Nesta fase há o movimento rápido dos olhos. Os cães contraem patas e podem fazer muito barulho, latidos e movimentos bruscos. Normalmente, estão sonhando e muitos donos ficam assustados com as reações.

SWS (short-wave sleep: em português, sono de onda lenta) – Nesta fase o sono é bem profundo, é o momento em que eles estão dormindo e de repente dão aquele suspiro profundo e lento.

Ao perceber que o cão está fazendo um desses movimentos, tente não assustá-lo e fale com ele calmamente sem tocá-lo. Assim, ele não acordará assustado. Não devemos nos assustar com as reações dos cães enquanto eles dormem.

Acordá-los calmamente chamando pelo seu nome devagar é uma forma de não assustá-los. Como os cachorros têm reações diferentes, se tocados eles podem morder e avançar. Sem gritos ou alardes, o cão acordará mais tranquilo.

Já que alguns cães dormem bem enrolados, é mais difícil observar o comportamento deles durante o sono. Alguns deixam os músculos mais tensos e ficam menos relaxados do que os cães que dormem esticados, por exemplo. Como eles sonham, pode ser que tenham pesadelos e a melhor maneira de ajudá-los é tentar manter a calma, dar carinho, atenção.

É importante observar o comportamento do cão durante o dia também. Se o cão é sempre agitado e, de repente, passa a ficar sonolento e preguiçoso, é recomendável levá-lo ao médico veterinário para orientações e um diagnóstico mais preciso sobre essa mudança de comportamento repentina.

Os cães precisam descansar e repor as energias diariamente, como nós. Um ambiente tranquilo e sem estresse para o cão sempre será muito benéfico mais uma vida mais saudável.

PETMAG

Saiba quais atitudes podem ser consideradas maus-tratos aos animais



Se você ama animais, precisa saber como proceder para denunciar abusos, abandono e crueldade. Todos os dias, pela TV ou pela internet, somos bombardeados com vídeos e relatos de maus-tratos e abandono de animais. A pergunta é: se você presenciasse um caso destes? O que faria?

Para ajudar a colocar um ponto final em histórias de violência contra os animais, preparamos um tutorial que orientará você a como agir ao se deparar com uma situação deste tipo.

Confira quais são as atitudes consideradas maus-tratos aos animais. Além da violência contra os animais, existem outras ações que podem ser classificadas como maus-tratos. São elas:

Abandono
Agressões físicas, como: espancamento, mutilação, envenenamento;
Manter o animal preso a correntes ou cordas;
Manter o animal em locais não-arejados – sem ventilação ou entrada de luz;
Manter o animal trancado em locais pequenos e sem o menor cuidado com a higiene;
Manter o animal desprotegido contra o sol, chuva ou frio;
Não alimentar o animal de forma adequada e diariamente;
Não levar o animal doente ou ferido a um veterinário;
Submeter o animal a tarefas exaustivas ou além de suas forças;
Utilizar animais em espetáculos que possam submetê-los a pânico ou estresse;
Capturar animais silvestres;

Como ter certeza de que se trata de um dos casos acima? Antes de qualquer coisa, conheça as leis que amparam os animais em casos de crueldade e abandono. Depois, certifique-se de que o problema se trata de um caso de maus-tratos.

Lei Federal Nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, a “Lei dos Crimes Ambientais”.
Decreto Lei Nº 24.645, de 10 de julho de 1934, define maus-tratos aos animais.
Busque evidências e testemunhos que comprovem suas suspeitas. Se possível, tente conversar com o acusado de agressão, deixando claro que os animais são protegidos por leis.

Fotografe ou filme os animais que sofrem maus-tratos. Provas e documentos são fundamentais para combater e comprovar. Consiga o maior número de informações possível para identificar o agressor. É importante saber o nome completo, profissão, endereço residencial ou do trabalho, e se possível testemunhas.

Em caso de abandono ou atropelamento, anote a placa do carro para levantar a identificação no Detran. Não tenha medo de denunciar. Você será considerado somente uma testemunha do caso. E atenção: pessoas públicas ou famosas, também podem cometer crime contra os animais, quando na verdade, deveriam dar o grande exemplo. Faça sua parte e denuncie!

Fonte: Horizonte MS